sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Colégios públicos preparam os alunos para o Enem

O Exame será realizado amanhã e domingo. Em Fortaleza, as avaliações acontecem do meio dia às 16h
As escolas públicas estão investindo na melhoria da formação dos alunos e dedicando maior atenção à metodologia, que visa aproveitar os conteúdos dentro do contexto da atualidade das vivências. A iniciativa se deve a adequação ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), cujas provas serão realizadas amanhã e domingo.

No Ceará, os candidatos devem redobrar a atenção porque, no horário de verão, prevalece o horário de Brasília. Ou seja, as provas se iniciam na Capital cearense às 12 horas. Precisa, ainda, ficar atento as normas do Enem, como não levar equipamentos eletrônicos para os locais de prova. Deve portar caneta esferográfica preta e procurar usar roupas leves.

A coordenadora pedagógica do Colégio Justiniano de Serpa, Weleda Facó, explica que faz coro aos elogios ao Enem, especialmente por permitir o acesso do aluno de escolas públicas às universidades, sem a necessidade de se submeter ao vestibular.

No entanto, ressalta que há uma desvantagem do aluno cearense, que somente encontra vagas em outros Estados. Lembra que por se tratarem de alunos de famílias de baixa renda, não há como custear os estudos em locais distantes, onde são necessários despesas com moradia, alimentação e deslocamento.

"Por enquanto, o Exame favorece mais as pessoas com maior poder de renda, isso nós imaginamos os grandes centros populacionais e onde há melhor distribuição de riquezas", afirma a educadora.

Para o comandante do Colégio Militar de Fortaleza, coronel Oziel Tedioso de Melo, a instituição se engajou de fato em obter os melhores exames. Ele salientou que mesmo no ano passado, quando ainda não havia sido acenado o acesso à universidades para os estudantes com melhor desempenho, o Colégio teve a quarta melhor performance. Na ocasião, perdeu apenas para alunos vinculados a instituições do terceiro grau.

"Nosso maior trabalho é com relação à missão do próprio instituto. Somos uma escola preparatória e também assistencial", disse o comandante.

Ele explica que do mesmo modo como o Colégio continuará a incentivar a carreira militar, com acesso especialmente à Academia Militar das Agulhas Negras (Aman), e outras instituições de ensino das Forças Armadas, também se mobilizou para que seus alunos tenham sucesso no Enem.

Disciplina
Para tanto, há uma disciplina que chega a lembrar preparativos de guerra. Desde quando foram definidas as novas regras, como lembra o coronel Evandro Gondim, coordenador de cursos preparatórios, os estudantes passaram a realizar provas simuladas sempre no mesmo horário e com o mesmo tempo de duração, para que não haja dificuldades de adaptação.

O Colégio Militar de Fortaleza dedica as quintas-feiras para preleções e uma grade de disciplinas voltadas exclusivamente para o Enem.

Para o estudante Alexandre Teófilo, 18 anos, aluno do 2a ano do ensino Médio do Colégio Militar, fará o Enem apenas para testar seus conhecimentos. "Já me defini pela carreira militar. Agora, vejo o Enem como um teste a mais na minha história pessoal", destacou.

MAIS INFORMAÇÕES
As provas do Enem serão realizadas amanhã e domingo, a partir das 12 horas (horário de Brasília)

Fonte: http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=879656 


Bienal do Livro acontece na praça central de Iguatu

Para conhecer novidades literárias, Iguatu sedia até hoje sua X Bienal do Livro, na Praça da Matriz 
Iguatu. Depois de nove edições realizadas anualmente no interior da antiga Escola Agrotécnica Federal de Iguatu, hoje Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (IFCE), a Feira de Livros, neste ano, recebe uma nova denominação, Bienal do Livro, e passa a ser promovida na Praça da Matriz. A programação foi aberta oficialmente na quarta-feira e prossegue até hoje no Município.

A X Bienal do Livro foi ampliada a partir da parceria com a Secretaria de Educação de Iguatu. O evento reúne nove editoras, estandes para comercialização de livros e uma programação variada que inclui exposições, contação de histórias infantis, lançamento de publicações, shows literários e musicais, teatro de bonecos e de palco. Como o nome do evento sugere, a programação será de dois em dois anos.

Em um antigo casarão localizado na Praça da Matriz, em frente aos estandes das editoras, foi instalada a Casa Literária. É uma programação paralela à Bienal do Livro, que oferece espaço para contação e leitura de histórias infantis, exposição de painéis, shows artísticos e de esquetes teatrais.

A Casa Literária é promovida pela Prefeitura de Iguatu, por meio da Secretaria de Educação. Em um dos espaços está a sala "Nas ondas da leitura", cujo projeto incentivou a produção do livro "Sou poeta, sim senhor", que reúne poesias de alunos do 3º ao 5º ano do ensino fundamental da rede municipal de educação.

A coordenadora da Bienal, a bibliotecária Rejane Tavares, disse que o evento tem por objetivo fortalecer a leitura no Município. "Neste ano, o evento cresceu, ganhou a praça principal da cidade e, com isso, queremos ampliar o nosso trabalho e incentivar a leitura entre os moradores. O evento agora será realizado de dois em dois anos e foi fortalecido com várias parcerias", destaca. A técnica pedagógica da Secretaria de Educação do Município, Rejânia Lima, disse que a expectativa de participação do público é elevada. "Temos uma programação especial para o público infantil", frisou. "Queremos também atrair os adultos, alunos do ensino médio e de cursos superiores".

Nove editoras participam da Bienal: Ática, Scipione, FTD, Saraiva, Moderna, Demócrito Rocha, Edições Paulinas, Paulus e Ao Livro Técnico. Estão à venda livros didáticos e paradidáticos. Houve uma prioridade para publicações relacionadas com os cursos de nível superior instalados nesta cidade, pelo IFCE, Urca, UVA e Uece.

No primeiro dia de funcionamento da Bienal, houve visita aos estandes e à Casa Literária, exposição "Clarice Lispector: uma história de tanto amor", contação de histórias, pinturas faciais, apresentação de banda fanfarra e dança Hip Hop.

A programação para hoje, além do lançamento das obras literárias e técnicas, inclui mais apresentações de danças folclóricas, encenação de peça teatral no Sesc, teatro de bonecos, entrega da premiação do Concurso de Leitura Rachel de Queiroz para os alunos do IFCE, o lançamento do livro dos alunos da rede municipal, "Sou poeta, sim senhor" e show de rock.

O evento tem apoio da Prefeitura de Iguatu, Sindicatos dos Servidores do IFCE, da livraria Sadara Mult e do Sesc, unidade de Iguatu.

Meta
"O nosso objetivo é ganhar a praça, ampliar o evento para fortalecer o hábito da leitura em Iguatu"
Rejane Tavares
Bibliotecária do IFCE

MAIS INFORMAÇÕES
Campus do IFCE de Iguatu
(88) 3582. 0987
Secretaria de Educação de Iguatu
(88) 3582. 4806

HONÓRIO BARBOSAREPÓRTER

Fonte: http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=879568 

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Professor Evando participa do Curso de Prevenção do Uso de Drogas para Educadores de Escolas Públicas

Este curso é realizado pelo PRODEQUI – Programa de Estudos e Atenção às Dependências Químicas e do Centro de Educação a Distância da Universidade de Brasília (CEAD/UnB).
A prevenção do uso de drogas é uma ação primordial de políticas públicas para a proteção e promoção da atenção integral à saúde do adolescente. Esta ação faz parte da implantação da política nacional, encaminhada pela Secretaria de Políticas Sobre Drogas (SENAD) em parceria com o Ministério da Educação (MEC) e a Universidade de Brasília(UnB).

Este curso é resultado do trabalho de uma equipe de professores e especialistas com uma experiência de quase duas décadas em atividades de pesquisa, ensino e extensão junto ao PRODEQUI que é um laboratório do Programa de Pós-Graduação em Psicologia Clínica e Cultura, do Departamento de Psicologia Clínica, do Instituto de Psicologia, da Universidade de Brasília. Além disso, contamos com o CEAD que tem sido parceiro em todas as edições, assumindo a responsabilidade pela tecnologia EaD.
A presente edição 2010 do curso está totalmente atualizada e ampliada, contemplando construções originais de nossas pesquisas sobre a metodologia das redes sociais na prevenção do uso de drogas que vimos realizando no decorrer das edições anteriores (desde 2004). A proposta metodológica apresenta mídias integradas e diversos recursos didáticos complementares. Todo nosso esforço metodológico direciona-se para que, além de transmitir informações, possamos compartilhar nossas utopias no sentido de introduzir um novo paradigma na prevenção, fundamentado na perspectiva da educação para a saúde e das redes sociais.
Mas o que vem a ser esta proposta de prevenção na metodologia das redes sociais?
É um novo olhar sobre a temática que trata a drogadição como um sintoma e não como uma doença. Entendemos que o uso de drogas pelo adolescente serve para comunicar necessidade de mudanças. Nesse sentido, o adolescente é protagonista das transformações necessárias para uma melhor qualidade da vida relacional nos diversos contextos de seu cotidiano. Basta perceber o que ele está nos comunicando com este ato provocativo e até arriscado, mas que nunca é desprovido de um sentido! Sabemos que não é nada fácil, mas é importante que avancemos nesta compreensão sistêmica para ajudar mais nossos alunos, numa perspectiva inclusiva e de acolhimento.
Apostamos nos fatores protetivos e nos potenciais das redes sociais como estratégia de mobilização das famílias, da escola, da comunidade para um trabalho criativo junto aos jovens, fundamentado no resgate dos valores da convivência solidária e da promoção da inclusão social. Destacamos em todo o curso que o adolescente – como ser em formação e vulnerável – exige da família, dos educadores e da sociedade como um todo, ações protetivas face aos riscos pelo envolvimento com drogas.
Mas, como a escola vai proteger o adolescente se ela mesma sente-se ameaçada ou desvalorizada, ou isolada, ou mesmo abandonada?
O curso prioriza o cuidado dos educadores, pois somos sensíveis ao momento difícil vivido por vocês junto às escolas. Também somos uma equipe de professores que se identifica e se solidariza com vocês, neste desafio comum que assumimos: educar crianças, adolescentes e jovens para e no século XXI!
Face aos desafios de uma política intersetorial que exige ações integradas, trazemos uma estratégia do trabalho comunitário que denominamos A ESCOLA EM REDE – visando otimizar o potencial educativo da escola por meio da mobilização da rede interna e da rede de parcerias com os demais segmentos implicados que são: a família e os amigos (rede primária); as instituições da saúde, assistência, trabalho, cultura e lazer, justiça, segurança pública ( rede secundária).

Qual a sua importância para quem trabalha com crianças e adolescentes?

Este curso visa atender a sociedade que vive o problema das drogas entre a juventude brasileira. O Estatuto da Criança e do Adolescente - ECA defende que devemos agir preventivamente quanto ao uso de drogas entre crianças e adolescentes. No ambiente escolar vimos diariamente os adolescentes sendo utilizados para o tráfico e consumo de drogas o que é preocupante. É preciso que a escola em conjunto com a família possa intervir para proteger as crianças e adolescentes desse perigo e os professores junto com pais são todos responsáveis.

Professor Evando
Conselho Tutelar Jurema/Suplência
Participa do Curso de Prevenção do Uso de Drogas para Educadores de Escolas Públicas 

Semana Nacional de Direitos Humanos

 
Semana Nacional de Direitos Humanos

DATA: A Semana de Nacional Direitos Humanos acontece entre os dias 03 e 07 de novembro de 2010.

LOCAL: Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura.

OBJETIVO: Fomentar a discussão sobre os direitos humanos na cidade de Fortaleza e dar subsídio à população nas questões que se referem ao direito da criança e do adolescente, do idoso, da pessoa com deficiência, da comunidade LGBTT, dos negros, índios e ciganos.

QUEM REALIZA: O evento é realizado pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH - PR) em parceria entre as Secretarias de Direitos Humanos de Fortaleza (SDH), SECULTFOR, BNB, PETROBRÁS, SECULT, IDESC, Brincante, Centro Cultural Dragão do Mar.


PROGRAMAÇÃO: Seminários, oficinas fixas e volantes em áreas estratégicas da cidade. 

TEMAS DAS PALESTRAS: Educação e Cultura em Direitos Humanos; Liberdade Religiosa; Dignidade e Desenvolvimento Humanos; Memória de Fortaleza e os Direitos Humanos. 

TEMAS DAS OFICINAS: As oficinas, que serão divididas em teóricas e práticas, pretendem dar ferramentas aos participantes de se expressarem por diversas linguagens. Oficinas: Lambe-lambe, Fotografia Artesanal, Animação, Memória Entrelinhas, Maturidade e Afetividade, Fanzine, Estatuto da Igualdade Racial, Religiosidade, Cotas, O Esporte como Instrumento de Promoção dos Direitos Humanos, A Homofobia nos Espaços Escolares, Cobertura Jovem, Artesanato - Diferenciart.


Informamos que as inscrições acontecerão no local e que as palestras embora confirmadas poderão sofrer alteração em relação as datas. Vagas Limitadas!!!!


SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS DE FORTALEZA - SDH
GABINETE
RUA PEDRO I, S/N CENTRO
FORTALEZA
FONE: (85) 3452 23 23 / 23 20
 
DIVULGAÇÃO:
PROFESSOR EVANDO
CONSELHO TUTELAR JUREMA/SUPLÊNCIA

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

A festa da democracia brasileira


É digno de nota a importância do resultado da eleição para presidente da República realizado domingo passado, 31/10, onde os brasileiros elegeram Dilma Roussef a primeira mulher presidente do Brasil com mais de 55 milhões de votos.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Africanidade 2010 - EEFM Eliezer de Freitas Guimarães

EDITAL DA GINCANA AFRICANIDADE – 2010
  • OBJETIVO GERAL
  • Conhecer as diversidades culturais e materiais do Continente Africano.
  • OBJETIVOS ESPECÍFICOS
  • Estimular a pesquisa sobre o Continente Africano e sua diversidade;
  • Incitar nos estudantes atitudes autônomas na construção do saber a partir da pesquisa;
  • Propiciar o trabalho em grupo, desenvolvendo habilidades, tais como: cooperação, respeito, liderança, responsabilidade, compromisso, etc.
TRABALHOS
  • 2º Cada turma que representará uma equipe ficará com 2 (duas) tarefas da gincana para trabalhar e apresentar seus resultados durante o período da culminância do evento.
  • Contudo, esse número de tarefas poderá ser alterado, nos casos em que o número total de tarefas dificulte essa distribuição.
  • Ocorrendo isso, os organizadores poderão diminuir ou aumentar o número de tarefas para determinada turma de alunos.
CULMINÂNCIA
  • 4ª Culminância – É o resultado de um Trabalho realizado por uma ou mais pessoas.
  • Nossa Culminância ocupará, a princípio, dois dias (17 e 18 de Dezembro/2010), mas poderá ser acrescentado mais um dia para a apresentação das atividades que foram propostas no Projeto.
  • O horário das apresentações está previsto para às 17:30.
As Tarefas são:
  • I - Organização de uma torcida uniformizada;
  • II - Grito de guerra;
  • III - Ornamentação de um espaço;
  • IV - Desfilar com a bandeira;
  • V - Desfile do vestuário;
  • VI - Danças (coreografia);
  • VII – Paródia;
  • VIII – Telejornal;
  • IX - Teatro;
  • X – Barraca;
  • XI – Mesa Redonda;
  • XII - Jogo de Desafios;
  • 4.1. Organização de uma torcida uniformizada em conformidade com a nação representada pela equipe. A turma responsável pela execução dessa tarefa tem o papel de criar, escolher e confeccionar o melhor uniforme (alegoria) padronizado de acordo com a vontade da maioria da equipe que ela representa.
A organização tem como critério a simetria dos movimentos na coreografia, o cumprimento dos comandos dos organizadores das torcidas e dos apresentadores do evento; (Arte e Área de Humanas
  • 4.2. Criação de grito de guerra com uso de apitos, instrumentos sonoros (tambores, berimbau, triângulo, etc..), adornos, preferencialmente se estes estiverem ligados à cultura daquele povo pesquisado.
  • O grito de guerra não poderá em nenhuma hipótese fazer apologia (incentivar e/ou defender) a violência, o preconceito, a intolerância religiosa e a imoralidade.
  • A turma responsável tem a função de conseguir que a totalidade dos membros de sua equipe participe ativamente dos momentos do grito de guerra.
  • O uso de sinalizadores e/ou algum tipo artefato para efeitos especiais, como shows pirotécnicos, dependerá de apresentação e autorização destes recursos por parte da Comissão Organizadora. (Arte e Área de Humanas).
  • 4.3. Ornamentação de um espaço escolhido pela Comissão Organizadora e separado, exclusivamente, para cada equipe dentro da escola.
  • Poderá ser um mural pintado ou painéis em pano, ou outros materiais com imagens (fotos), mapa com localização e frases que retratem o país; (Linguagens e códigos, Artes e Humanas)
  • 4.4. Confeccionar e desfilar com a bandeira do país pesquisado. Podendo haver inovações, como uma coreografia.
Tempo máximo de 5min; (Artes e Humanas)
  • 4.5. Desfile apresentando o vestuário da região (país) estudado (a).
Tempo máximo de 5min; (Artes e Humanas)
  • 4.6. Apresentação de danças (coreografia) típica dos países escolhidos; (Artes, Ed. Física e Humanas)
Tempo máximo 5min.
  • 4.7.Criação de uma paródia defendendo o tema da gincana; (Linguagens e Códigos)
Tempo máximo 5min.
  • 4.8. Apresentação de um telejornal, abordando assuntos referentes a política, a economia, a sociedade, a cultura que sejam mais atuaias, incluindo notícias sobre “crise dos alimentos” no referido país. (Linguagens e Códigos e Humanas).
Observação:
O telejornal tem que fazer chamadas no telão aos seus emissários e com cenas das reportagens. Sem erros na transmissão
Tempo máximo 10min.
  • 4.9. Peça de teatro sobre as realidades peculiares na nação e suas tradições, folclore e/ou História. Tempo máximo 15min. (História)
As falas dos atores deverão ser feitas com o recurso dos microfones portáteis devidamente acoplados.
4.10. Organização de uma barraca com comidas típicas de cada país pesquisado, que se encontrará no espaço reservado para cada equipe; (Todas as Ciências)
  • Obs.: A comida típica dos países são apenas amostragens. As barracas venderão outros pratos para os visitantes.
  • 4.11. Mesa Redonda
  • 4.11. 1. Regras
  • Cada Equipe/País terá um representante, que será escolhida na turma sorteada para esta tarefa.
  • Os representantes ficarão sentados em uma mesa e serão convidados a se pronunciarem sobre alguns temas expostos no Telão.
  • Cada um terá um tempo estipulado pela Comissão para dar seu ponto de vista, defesa ou outro tipo de argumento.
  • Os temas terão pontuações que variam entre 500, 1000 e 2000 pontos.
  • 4.11. Mesa Redonda
  • 4.11. 1. Regras (Continuação)
  • Os jurados distribuíram os pontos de acordo com o poder de persuasão, coerência, clareza de cada candidato.
  • Os Temas serão divulgados previamente no Edital, o qual constará algumas fontes de pesquisa.
4.12. Jogo de Desafios:
com explanações de cunho histórico, geográfico, filosófico e sociológico. (História e atualidades, Costumes, Política, Espaço geográfico, Clima, Relevo, população, indústria, agricultura ou pecuária, etc.).
  • 4.12.1. Regras do Jogo de Desafios:
  • As duas turmas sorteadas para representar a equipe nesta modalidade, escolherão, cada uma, um estudante para compor o grupo de jogadores.
  • O jogo tem início com um silvo de apito. Ao ouvirem o sinal, os participantes deverão correr e tocar num objeto. O primeiro a tocar terá o direito a responder a pergunta que será apresentada no telão.
  • O jogador poderá passar a vez para o concorrente da esquerda, o qual tem o direito de acolher ou repassar de volta ao candidato.
  • Após a exibição da Pergunta, a dupla terá 30 segundos para respondê-la. Ao esgotar seu tempo, deverá indicar o item escolhido: A, B, C ou D
  • Caso acerte, a dupla ganhará os pontos equivalentes àquela pergunta, que podem variar de 100, 500 e 1000 pontos.
  • Caso erre, a dupla irá pagar uma prenda previamente escolhida pela Comissão Organizadora.
  • Quando cumprida a prenda, a dupla ganhará a metade dos pontos da questão.
  • O não cumprimento da prenda, ou o sua realização insatisfatória, incorrerá na distribuição da metade dos pontos para as outras duplas concorrentes.
  • Atuação das Torcidas em Relação a Tarefa:
As torcidas poderão “soprar” as respostas para a dupla de sua equipe, mas deverá ficar quieta quando as outras duplas estiverem combinando sua resposta.
  • Sobre os Conteúdos das Questões:
Será divulgado um Edital, no qual constarão os Conteúdos Programáticos a serem abordados nas Questões do Desafio.
1. SUGESTÃO:
  • Aumentar o número de equipes para cinco;
2. JUSTIFICATIVA:
  • Maior Competitividade;
  • Maior Participação de todos os alunos, devido ao menor número de integrantes das equipes;
  • Busca de Inovação;
3. DESAFIOS
  • Discutir com os alunos;
  • Adaptar o espaço para as equipes
  • Outros
Países Africanos Apontados
  • Ruanda;
  • República Democrática do Congo;
  • Etiópia;
  • Somália;
  • Madagascar;
  • Sudão;
  • Argélia;
  • Senegal.

    Fontes de Pesquisa
    JOGOS DESAFIOS
    1.GEOGRAFIA:
    ARGÉLIA
    RUANDA
    ETIÓPIA

    2. HISTÓRIA



    MESA REDONDA
    PAÍS RUANDA:
    No ano de  1994, os militares e milícianos ligados ao antigo regime que governava Ruanda  mataram cerca de 800.000 tutsis e hutus oposicionistas, naquilo que ficou conhecido como o Genocídio de Ruanda.
    PAÍS ETIÓPIA:
            Sabemos que o país Etíopia é uma região conhecida mundialmente devido a sua maior problemática humana que é a FOME. Problema esse que atinge diversos outros países da África. Baseado nesse aspecto social e econômico

    PAÍS ARGÉLIA:
            Sabe-se que a Argélia ganha destaque na Africa do Norte por ser um país marcado pela influência islâmica e por se destacar na exploração de petróleo e de outros recursos energéticos e minérios no país. Diante dessas informações

    MESA REDONDA- TEMA :
    A Ruanda antes e depois do Genocídio

    Argelia.

    Mesa Redonda
    TEMA-    ”Guerra Santa” : A intolerância religiosa na Argélia.

    Mesa redonda

    TEMA – Etiopia em cores: Terror vermelho  X  Terror branco no pais da fome na década de 1970.

    FILOSOFIA
    Blog para pesquisar:
    http://problemasfilosoficos.blogspot.com/2007/01/genocdio-de-ruanda.html

sábado, 23 de outubro de 2010

O mito e a filosofia

O mito é a narrativa mais antiga a respeito do surgimento e do funcionamento dos deuses, do mundo e da vida. Está presente em todas as culturas humanas. Ele serve muitas vezes para arranjar uma explicação sobre o mundo e a realidade. O sistema mítico de explicação projeta as paixões, as motivações e as experiências dos próprios seres humanos para o mundo celeste. Os povos antigos, em geral, orientavam suas vidas com base nos mitos.
A característica principal do mito é que o seu conteúdo não é passível de ser demonstrado de forma racional. Nos mitos gregos, por exemplo, afirma-se que os raios que caem sobre a Terra provêem de Zeus e, claro, tal afirmação não é passível de ser comprovada. Em geral, quem recebe as explicações mitológics confia nelas como explicações verdadeiras. O mito é um pensamento acrítico, pois não explica nem analisa sua maneira de conhecer ou o processo pelo qual chega ao saber. O mito é inquestionável e incontestável.
Porém, no século VI a.C., uma série de fatores históricos e culturais - contato com  outras culturas, surgimento do comércio, novas formas de organização política e social, a utilização da moeda - levou os gregos a questionar a explicação mitológica. A partir desse momento, as respostas dadas pelos mitos a certas questões não satisfaziam mais a alguns pensadores, que exigiam explicações mais rigorosas. A concepção tradicional do mundo estava se esgotando. Abria-se uma brecha na estrutura mitológica para o surgimento do pensamento filosófico-científico, que valorizava a razão como principal capacidade humana para conhecer a realidade. Até certo ponto, o pensamento filosóficosurgiu em oposição ao pensamento mitológico. Mas seria um erro pensar que o pensamento mitológico tenha sido completamente desprezado pelo pensamento que o sucederia. Podemos dizer que o pensamento filosófico-científico, por um lado, nasceu em ruptura com a visão mítica do mundo e, por outro lado, incorporou em certa medida a estrutura mítica, que era a base da cultura grega.
Platão, por exemplo, em suas obras, utiliza-se muitas vezes de mitos para expressar alguma ideia filosófica e fazer-se entender por meio de simbologias. (Fonte: Incontri, Dora; Bigheto, Alessandro Cesar. Filosofia - Construindo o pensar, volume único. São Paulo. Escala Educacional, 2008, p. 16) 

Mitologia grega e religião
Na Grécia Antiga, as pessoas seguiam uma religião politeísta, ou seja, acreditavam em vários deuses. Estes, apesar de serem imortais, possuíam características de comportamentos e atitudes semelhantes aos seres humanos. Maldade, bondade, egoísmo, fraqueza, força, vingança e outras características estavam presentes nos deuses, segundo os gregos antigos. De acordo com este povo, as divindades habitavam o topo do Monte Olimpo, de onde decidiam a vida dos mortais. Zeus era o de maior importãncia, considerado a divindade seprema do panteão grego. Acreditavam também que, muitas vezes, os deuses desciam do monte sagrado para relacionarem-se com as pessoas. Neste sentido, os heróis eram os filhos das divindades com os seres humanos comuns. Cada cidade da Grécia Antiga possuía um deus protetor.
Cada entidade divina representava forças da natureza ou sentimentos humanos. Poseidon, por exemplo, era o representante dos mares e Afrodite a deusa da beleza corporal e do amor. A mitologia grega era passada de forma oral de pai para filho e, muitas vezes, servia para explicar fenômenos da natureza ou passar conselhos de vida. Ao invadir e dominar a Grécia, os romanos absorveram o panteão grego, modificando apenas os nomes dos deuses.  

Conheça abaixo uma relação das principais divindades da Grécia Antiga e suas características.

Nome do deus   O que representava
Zeus rei de todos os deuses
Afrodite amor
Ares guerra
Hades mundo dos mortos e do subterrâneo
Hera protetora das mulheres, do casamento e do nascimento
Poseidon mares e oceanos
Eros amor, paixão
Héstia lar
Apolo luz do Sol, poesia, música, beleza masculina
Ártemis caça, castidade, animais selvagens e luz
Deméter colheita, agricultura
Dionísio festas, vinho
Hermes mensageiro dos deuses, protetor dos comerciantes
Hefesto metais, metalurgia, fogo
Crono tempo
Gaia planeta Terra

Questões para debate:

1. Defina mito.

2. Estabeleça a diferença entre mito e filosofia.

3. No mundo contemporâneo, ainda podemos perceber a existência de mitos? Dê exemplos.

A razão e os sentidos

Poderíamos intitular este capítulo "As aventuras e as desventuras da razão humana". Ou ainda, "Que certezas temos de nossas certezas?". Pois ele trata de acompanhar quais caminhos a razão percorreu, que obstáculos encontrou, como se desiludiu consigo mesma  algumas vezes e como quis até mesmo cometer suicídios em momentos de crise. Mas ela ainda permanece como elemento de nosso possível conhecimento do mundo, embora tenha inimigos ferrenhos, que a declaram morta e enterrada. Entretanto, essa situação é curiosa: só se desconstrói a razão argumentando contra ela, usando instrumentos críticos. E o que são o argumento e a crítica senão operações da razão?
A Filosofia sempre buscou respostas  para muitas questões cruciais da vida humana, do próprio ser humano e das coisas. Mas também sempre foi palco de questionamentos a respeito da sua própria maneira de indagar. E mais: teve a honestidade de se perguntar se as maneiras de abordar a realidade eram realmente eficazes. Não basta procurar verdades, é preciso saber se são verdades de fato ou mesmo se é possível encontrar verdades.
Como consequência das buscas por respostas mais racionais, surgiram diferentes sistemas de pensamento; nasceu a Ciência, como a conhecemos no Ocidente e, ainda, diversas concepções de Ciência. Por outro lado, como resultado das críticas à razão, enfraqueceu-se a Filosofia, e quase pôde se extinguir a Ciência. No mundo contemporâneo, há uma relativização de qualquer certeza, mesmo científica. Muitas vezes, a razão teve tanta preponderância, julgou-se tão poderosa, que se tornou dogmática, imobilizando o conhecimento. De outras vezes - e é um m omento destes que vivemos -, a razão ficou tão desprezada, que se declara a nossa impossibilidade radical de se conhecer algo. Corremos então o risco de nos imobilizar.
E, em relação às disputas, aos namoros e às rupturas entre a razão e a fé? Esse é um tema de grande interesse para a Filosofia, pois ao contrário do que se possa pensar, essa ainda é uma questão inquietante no mundo contemporâneo. O que ocorreu com uma é totalmente irracional? Ela não se torna fanática e cega? Mas a razão tem argumentos para andar ao lado da fé? É possível um diálogo construtivo entre as duas? Ou serão elas inimigas irreconciliáveis?
Outra relação importante é a da razão e dos sentidos. Vemos, ouvimos, cheiramos, tocamos, saboreamos - o nosso contato com as coisas do mundo é sensorial. Esse fato levou muitos filósofos a indicarem os sentidos como fonte exclusiva de nosso conhecimento do mundo. Outros entenderam que os sentidos captam o real, mas nem por isso a razão fica excluída, pois ela organiza as informações diversas que nos chegam pelos sentidos e sem ela não haveria o conhecimento de fato. (Fonte: Incontri, Dora; Bigheto, Alessandro Cesar. Filosofia - Construindo o pensar, volume único. São Paulo. Escala Educacional, 2008, p. 95-96).

A Filosofia, desde os gregos, se questiona sobre o seu próprio saber e o saber das coisas. Onde são evocados a razão e os sentidos como formas de atingir esse saber. Aristóteles, na sua Metafísica, disse que o homem deseja conhecer. A curiosidade é própria do ser humano e foi a partir dessa curiosidade que o construiu todo o conhecimento que temos do mundo e do próprio homem.
Mas, o conhecimento só será considerado como um problema propriamente filosófico a partir da modernidade. Como o período medieval relegou a razão o papel de serva da fé, a Filosofia não tinha espaço para se preocupar com tal questão. No mundo moderno, a Filosofia retoma o problema do conhecimento levantado pelos sofistas na Grécia antiga.
Como se dá o conhecimento? Como conhecemos verdadeiramente as coisas, o mundo, e mesmo, o homem?
É possivel conhecer a realidade na sua essência? Qual a origem a fonte do conhecimento verdadeiro? Para responder tais questões surgiu um ramo da Filosofia denominado de Teoria do Conhecimento.
Para que ocorra o conhecimento é preciso um Sujeito cognoscente (aquele que conhece) e um Objeto cognoscível (a ser conhecido). Na Teoria do Conhecimento, os filósofos ora dirão que a razão, própria do sujeito que conhece, será a fonte do conhecimento verdadeiro ficando conhecida como racionalismo, ora dirão que os sentidos e a experiência do objeto é que serão a fonte do conhecimento verdadeiro inaugurando o empirismo.
Como representante maior do racionalismo temos Descartes, filósofo e matemático, que através da dúvida metódica chega às ideias claras e distintas de tudo o que conhece e a defesa das ideias inatas. Através dessa dúvida conclui: "Penso, logo existo".
Já com relação ao empirismo temos John Locke que afirma que a nossa mente ao nascermos é como uma "tábula rasa", uma folha de papel em branco, onde as nossas experiências sensoriais irão ser impressas. O destaque maior nessa corrente de pensamento é para os sentidos. Conhecemos através dos sentidos.

Francis Bacon é um dos filósofos modernos que mais contribuiu para a teoria do conhecimento assumir o lugar central do pensamento moderno. Em sua obra Novum Organum, aprofunda a investigação sobre a capacidade humana para o erro e a verdade. Uma das grandes contribuições de Bacon é sua formulação sobre a teoria da indução, a qual a partir de sua obra ganha uma eficácia e amplitude maior no debate sobre o método nas ciências modernas. A indução baseia-se na construção do conhecimento que parte da experiência da realidade, a partir da observação direta dos objetos de estudo.
Outro filósofo que podemos destacar é David Hume que se opôs tanto a Descartes quanto a Locke. Seu ceticismo (corrente de pensamento que afirma que não podemos conhecer) dissolvente provocou uma crise sem precedentes na história do pensamento humano. Poderíamos dizer que ele foi uma edição atualizada de Pirro ou de algum cético da Antiguidade, pois Hume renega a razão, descarta Deus e dissolve a metafísica. Mas ele também limita o empirismo, pois considera que as impressões que recebemos por meio dos sentidos não podem nos levar a formar ideias abstratas e a coordenar conhecimentos - essas são impressões esparsas. Hume ataca a identidade racional do ser, porque diz que a mente é apenas uma junção de persepções, imagens e memórias. E o que podemos perceber da realidade não constitui um conhecimento, mas uma probabilidade. Só há uma coisa necessariamente verdadeira: a Matemática. Para Hume, em seu Tratado da natureza humana, o ser humano é muito mais instinto e sentimento do que razão.
Mas para solucionar o impasse entre o empirismo e o racionalismo temos um filósofo que colocou a razão num tribunal e questionou sobre os alcances e limites da razão para conhecer. Esse filósofo é Immanuel Kant, mas falaremos sobre ele nos próximos capítulos.

Questões para debate:
1. Por que os autores do texto acima falam que o título poderia se chamar "As aventuras e desventuras da razão humana"?

2. Que ramo da Filosofia se preocupa com o problema do conhecimento? Justifique.

3. Explique como se dá o conhecimento humano.

4. Qual a origem, a fonte do conhecimento segundo o racionalismo e o empirismo? Você concorda com o racionalismo ou com o empirismo? Justifique.
5. Por que David Hume não concorda nem com racionalismo nem com o empirismo?



sábado, 16 de outubro de 2010

Origem do Conhecimento

Globalização